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Faraó
A Impressions Games, criadora do premiado Caesar III, conduz você a um passado ainda mais remoto com Faraó, um fascinante jogo de estratégia de construção de cidades. A misteriosa e bela terra do Nilo abre suas
portas.
Crie cidades no deserto, controle a economia, dê vida aos habitantes e leve-os à prosperidade. Observe a cultura e os costumes do povo, pois há sempre o que aprender. Administre mal sua cidade e ela será saqueada e falada à ruína. Governe-a bem e os mais majestosos monumentos serão erigidos em sua honra. Saiba agradar os deuses - Osíris, Rá e Seth são susceptíveis e podem irar-se facilmente. Conquiste o Antigo Egito, fortaleça sua dinastia e
permita que seus descendentes prevaleçam até o Novo Reino. Esse é o caminho a seguir para alcançar seu objetivo máximo - ser reverenciado como Faraó!
O Nilo é um companheiro temperamental. Gerencie o seu período de cheia e evite os efeitos
devastadores da seca e da fome.
Defenda sua cidade contra a invasão de outras civilizações, como os cananeus e os hititas. Combata em terra ou na água com poderosas galés de guerra.
Nunca deixe de interagir com seus cidadãos. Escribas, eruditos, sacerdotes e embalsamadores darão informações sobre o seu desempenho no poder.
Construa um império às margens do Nilo e governe o Egito com Faraó, o novo jogo BraSoft
Desenvolvido pelos mesmos criadores da premiada série Caesar, Faraó é um jogo de estratégia que permite ao jogador construir e fazer parte da civilização egípcia.
São Paulo, dezembro de 1999 - As águas do Nilo, que já testemunharam a ascensão e a queda de uma das mais poderosas culturas do mundo antigo, continuam fazendo história. Agora, elas entram para o mundo dos jogos para computadores como testemunhas da ascensão ou da queda do jogador de Faraó, jogo de estratégia que acaba de ser lançado com o selo de qualidade BraSoft. Desenvolvido pela mesma equipe da premiada série Caesar, incluindo o recém-lançado Caesar III, Faráo vai ainda mais longe no tempo e no desafio. A ação ocorre aproximadamente entre 3.200 a.C. e 1.300 a.C e, embora ele não seja um jogo histórico, os acontecimentos da história do antigo Egito são a base de sua estrutura, proporcionando uma viagem atemporal onde o passado e o presente se unem com um único objetivo: dar ao jogador a chance de unir o Egito e se tornar um faraó.
O caminho para obter esta honra, no entanto, é árduo e vai exigir muito mais do se safar das areias escaldantes do Egito. É preciso criar áreas de moradia em pleno deserto, limpar terrenos, construir estradas e meios de transportes, estações de água, cais, celeiros, escolas e
bibliotecas, boticas e postos médicos, casas mortuárias, criar exércitos e outros mecanismos de defesa, enfim, tudo o que poderá trazer riqueza e prosperidade para o povo. Este longo caminho envolve muitas missões, com cinco diferentes graus de dificuldade. Elas estão agrupadas em períodos - que devem ser jogados em ordem cronológica -, e só depois de terminar a última missão de um deles é que se pode passar para o outro. A interface do Faraó, porém, está estruturada em menus e botões e, como em Caesar III, é bastante amigável e não oferece a menor dificuldade para o jogador.
Quem pode dar trabalho é o caprichoso Nilo, a fonte de vida do Egito. A cada ano, entre junho e setembro, ele alaga suas margens depositando um sedimento rico em nutrientes sobre o solo e trazendo a renovação da terra. Mas é um rio imprevisível, que pode subir muito em um ano e
pouco no ano seguinte, determinando o sucesso ou o fracasso das vilas criadas pelo jogador que, como no Egito antigo, tiram seu sustento do
Nilo. Felizmente, o jogador conta com o Nilômetro, recurso que controla o nível das águas e que ajuda o usuário a gerenciar o período de cheia,
evitando que a seca e a fome atinjam seu território. Uma dica preciosa: construir um sistema de distribuição de água através de canais fluviais não altera o humor do Nilo, mas ajuda a produção de alimentos. Outra? Às margens deste temperamental, não construa nada além de
fazendas, estradas e valas de irrigação. Todos os outros prédios seriam destruídos pela cheia.
Em Faraó, o Nilo será palco também de batalhas contra outras civilizações, que poderão tentar invadir seu território. Mas, vale lembrar, este não é um jogo de conquista. Isto é, o jogador deve defender a sua cidade de ataques de Núbios, Cushitas, Hititas e Cananeus, por exemplo, mas
não precisa invadir outros para expandir sua dinastia. Manter boas relações com os vizinhos, fornecendo mercadorias solicitadas ou os serviços das forças militares é uma boa estratégia para evitar estes ataques e contribuem para a avaliação positiva do jogador perante seu Reino.
Obras faraônicas agradam aos deuses
O capricho visual é um dos destaques de Faraó. Todas as construções esbanjam detalhes e são as maiores já vistas em jogos de estratégia de construção de cidades. Ao longo do jogo, o usuário terá, inclusive, oportunidade de descobrir de onde vem a expressão popular "obras
faraônicas". É que para completar com sucesso a maioria das missões, ele terá que construir um ou vários monumentos. São pirâmides, mausoléus, esfinges, obeliscos, templos mortuários ou de adoração aos deuses etc. As pirâmides são as maiores e mais complexas
estruturas. Elas vão exigir muitos operários e matéria- prima (que já devem ter sido conquistados pelo jogador) e levam anos para chegarem ao céu. Em compensação, simbolizam o poder do jogador que, se for um bom governador, receberá monumentos em sua homenagem.
A construção de monumentos costuma ser o maior desafio, mas em algumas missões o Reino do jogador é avaliada também pela qualidade de sua cultura, progresso e serviços. Por isso, o jogador deve ficar atento ao que os escribas, os sacerdotes, os embalsamadores, os fabricantes de
papiro, enfim, seu povo, pensa dele e de seu governo. Saber agradar aos deuses também é fundamental. Em Faráo eles têm um papel
decisivo, influenciando todos os aspectos de uma cidade egípcia, das cheias do Nilo ao sucesso de suas indústrias e à saúde dos cidadãos. Se você os agradar, eles o recompensarão. Se lhes faltar com o devido respeito, eles agirão rapidamente para lembrá-lo de suas obrigações. São quinze divindades de diferentes importâncias para agradar. Osíris, por exemplo, é o Deus da Agricultura e da Cheia do Nilo. Mantê-lo satisfeito ajudará a assegurar que o Nilo inunde suas margens de forma previsível. Ignorá-lo pode conturbar a cheia anual,
tornando-a particularmente destrutiva ou, pior ainda, fazendo com que não aconteça. Já Seth, o Deus da Destruição, pode proteger seus soldados ou abatê-los impiedosamente, dependendo de como você o tratar. A melhor maneira de manter os deuses satisfeitos é construir muitos prédios dedicados a eles. Faça isso para ficar mais perto do sonho de ser reverenciado como um faráo. Que os deuses lhe sorriam e o acompanhem em seu caminho!
Pentium 133 MHz (Pentium 166 MHz ou mais veloz recomendado)
Windows 95 ou 98
32 MB de RAM
300 MB de espaço livre no disco rígido
Placa de vídeo SVGA com 16 bits de cor
Unidade de CD-ROM de velocidade 4X
Suporta: Placa de som compatível com o Windows
Alteração de parâmetros
Acesse o Windows Explorer e localize o diretório onde o jogo foi instalado (C:/Sierra/Pharaoh). Procure pelo arquivo de nome
Pharaoh_Model_VeryEasy.txt. Clique em cima dele com o botão direito do mouse e vá até Propriedades. Desmarque a opção Somente Leitura, clique em Aplicar e depois OK. Abra o arquivo com um duplo clique. Este arquivo contém diversas informações sobre as construções que estarão acessíveis no jogo. Procure a linha com a frase ALL BUILDINGS. Nas linhas seguinte estarão descritos todos os tipos de construções disponíveis no jogo: House (Casa), Road (Estrada), etc. Os valores dentro de { } representam os parâmetros das construções. Exemplo: o primeiro número dentro de cada { } representa o custo de cada construção, daí verifica-se que no jogo um jardim (Garden) tem um custo igual a 3 debeus. Alterando este primeiro número para um número negativo (Por exemplo -3) cada vez que você construir um jardim receberá 3 debeus !!! Outra alteração que poderá lhe trazer benefícios é a do sexto número. Ele indica o número máximo de empregados de cada construção. Quanto maior este número, mais pessoas terão onde trabalhar. Este é um dado importante, uma vez que o desemprego pode causar revolta e até a saída de parte de sua população. Por exemplo o Templo de Seth (Temple to Seth) necessita de 8 empregados. Aumente este número, salve o arquivo e experimente construir um Templo para Seth. Ao clicar com o botão direito do mouse em cima da construção para obter suas informações verifica-se que ele necessita agora de um número maior de empregados.
Obs.: Estas alterações valem apenas se você estiver jogando no modo de dificuldade Very Easy. Para os outros níveis de dificuldade existentes no jogo (Easy, Normal, Hard e Impossible), acesse o arquivo correspondente (Pharaoh_Model_nível.txt) e faça as alterações descritas acima nele.
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